quarta-feira, 4 de outubro de 2017

5 dicas fundamentais sobre investimentos para iniciantes

Oi, gente!



Todo assunto sobre investimentos começa com a decisão de poupar e geralmente surge 'naquela' rodinha de amigos. A partir desta decisão, é hora de começar a juntar dinheiro para realizar as suas metas!

Então listei aqui 5 dicas fundamentais sobre o assunto, que podem ajudar no início da vida de investidor:

1 -Ter um objetivo específico ajuda a poupar.
Poupar é o que todos desejam, mas nem todos conseguem fazer. Com tantos gastos no dia-a-dia e as tentações, parece impossível poupar algum dinheiro e até é um ato evitado por muitos por se acharem incapazes.
Acontece que, quando temos um objetivo bem delimitado, poupar deixa de ser um sacrifício e vira uma busca pela realização.

Responda: Para que você quer poupar dinheiro?
Delimite as suas metas agora e faça desde já o seu dinheiro render para realizá-las.


2 – Esteja atento aos prazos e às carências.
Esse é um dos fatores mais importantes na hora de escolher uma aplicação financeira. O prazo refere-se ao período que você estará disposto a deixar o seu dinheiro investido. Este período pode determinar a rentabilidade da aplicação.

Uma palavra muito utilizada aqui é LIQUIDEZ: quanto maior a liquidez, mais rápido você consegue resgatar esse valor em caso de alguma emergência.

Também é muito importante verificar em quanto tempo você pode realizar resgates, pois em muitos casos, se resgatar antes do prazo final, haverá cobrança de imposto de renda – uma alíquota maior - e outras taxas fazendo com que a aplicação não valha a pena ou diminua muito o retorno.

Responda: Por quanto tempo precisa juntar dinheiro para atingir a sua meta?

3 – Conhecer o risco e o retorno.
As aplicações financeiras têm risco sim! Todas elas. Algumas mais, outras menos. E o importante é conhecê-lo e saber quanto você está disposto a correr.

Quanto maior o risco, maior o retorno? Nem sempre. Quanto maior o risco, maior será a VOLATILIDADE da aplicação, ou seja, ela pode dar um retorno positivo ou negativo.

Existem algumas aplicações com maior risco, como aplicar na bolsa de valores, por exemplo. Também existem as aplicações mais conservadoras, como as aplicações em Renda Fixa, que podem ter o retorno estabelecido previamente (taxa prefixada), ou podem ter a variação atrelada a um índice (taxa pós-fixada).
Saber o quanto você está disposto a arriscar do seu patrimônio é essencial. Para isso existe o teste do perfil do investidor. E fica a dica para fazer e conhecer o seu perfil.

Um mantra importantíssimo que repetimos sempre que o assunto é investimento:
Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura.



Importante saber: O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) é uma garantia ordinária aos seguintes créditos: depósitos à vista e a prazo, poupança, LCI, LCA, letras hipotecárias, de câmbio e imobiliárias e operações compromissadas, que tem como garantia até o valor de R$250.000,00 por pessoa.



4 – Custos da aplicação
O dinheiro tem que trabalhar pra você! Mas ninguém trabalha de graça, não é mesmo?
Por isso, além da rentabilidade, é importante ter consciência de que taxas e impostos podem ser cobrados dependendo do tipo de aplicação, tais como:
Taxa de administração – taxa que a instituição cobra pela prestação de serviço de administração e gestão.
Taxa de performance – taxa que é cobrada sobre uma parcela da rentabilidade do fundo que exceder a variação de um índice de desempenho previamente determinado, o benchmark. Ela remunera o bom desempenho do fundo de investimento, caso o objetivo de superar o seu benchmark seja alcançado.
Imposto de renda – quando falamos de impostos, lá vem ele: o “come-cotas”, que é o recolhimento compulsório da Receita Federal em maio e em novembro nos fundos de curto e longo prazo de renda fixa e de multimercados. Existem alguns investimentos, como as letras de crédito agrícola (LCA) e letras de crédito imobiliário (LCI), que não estão sujeitas ao imposto de renda.

Ainda podem existir outras taxas, como taxa de entrada ou de saída de fundos e deve-se levar em consideração também as taxas de transferência bancária, se necessária, para realizar a aplicação em outra instituição.

Então sempre esteja atento ao regulamento do que você for fazer e JAMAIS aplique em algo que você não entendeu o funcionamento.

5 – Aprenda sempre e diversifique!
Estar atento às mudanças do mercado é uma das premissas básicas para quem quer investir. Buscar conhecimento é essencial.
Aqui também vale outro ditado: “não coloque todos os ovos no mesmo cesto”. Diversifique os investimentos. Se um deles não tiver uma performance tão boa, os outros ainda “seguram” o patrimônio.



Para mais informações, entre em contato!
Quem aí lembra que eu fiz um “ao vivo” no Instagram @aeconomistadebatom um tempo atrás respondendo perguntas sobre investimentos? 
É só mandar a pergunta por aqui ou por e-mail: aeconomistadebatom@gmail.com

E aproveitem a primeira Semana Mundial do Investidor, realizada pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) que fará um  bate-papo ao vivo na página da Associação no Facebook. A live faz parte da uma campanha global promovida pela Iosco (Organização Internacional das Comissões de Valores) para incentivar a educação financeira, que acontece até o dia 8 de outubro.

5/10 às 19h – Planeje sua liberdade
Ana Leoni, superintendente de Educação e Informações Técnicas da ANBIMA (de quem sou mega admiradora do trabalho - sigam ela no Instagram, é sério!)  dará dicas de como começar a construir uma reserva financeira e como fazer seu dinheiro trabalhar para você.




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